ALGUMAS PARTICIPAÇÕES EM PROGRAMAS DE TV  
 
 
       
 
 
 
FRAGMENTOS DE ALGUMAS MATÉRIAS PUBLICADAS EM JORNAIS E REVISTAS
 
GRAFFITEIROS COMEÇAM A DAR UMA CARA NOVA À CIDADE.
Serão 150 graffiteiros, entre artistas da velha guarda, como Celso Gitahy, Rui Amaral e Carlos Matuck, e jovens da nova geração.
Jornal da Tarde. Domingo, 6 de julho de 2003. Caderno A, pag. 09
 
GRAFFITEIROS PINTAM RELÓGIOS DE RUA. E AINDA RECEBEM.
Hora da Arte: Relógios de rua com desenho de Celso Gitahy na Marginal Pinheiros.
Jornal da Tarde. Sexta-feira, 27 de abril de 2001. Caderno A, pag. 24
 
BURACOS NO MURO.
Ameaçados de exclusão social, jovens tem aulas de Arte como opção de lazer e oportunidade profissional. Os Artistas plásticos e graffiteiros Juneca, 32 e, Celso Gitahy, 33, responsáveis pela oficina, ressaltam dois pontos no trabalho. "Queremos sensibiliza-los, despertar o gosto deles em contemplar, e oferecer a possibilidade de ganhar grana, decorando fachadas de lojas".
Folhetim. Folha de São Paulo. Segunda-feira, 23 de julho de 2001. Pag. 06
 

TROTE BELEZURA REUNE CALOUROS NO CENTRO.
Prefeita se juntou aos universitários no Largo São Francisco. O trabalho contou com a presença dos graffiteiros Oswaldo Junior, o Juneca e Celso Gitahy, que auxiliaram os calouros na decoração do muro.

Diário Popular. São Paulo, 27 de março de 2001. Pag. 04.
 
GRAFFITEIROS QUEREM INSENTIVAR ARTE.
Juneca e Celso Gitahy estão em busca de patrocínio para o "Leva Graffiti", projeto que pretende convencer a garotada da periferia a trocar a pichação pelo graffiti.
Agora. São Paulo Show. Quinta-feira, 13 de janeiro de 2000. Pag. C-04.
 
A ARTE DO EFÊMERO
O graffiteiro e Artista Plástico Celso Gitahy, no livro O Que é Graffiti (Brasiliense, 1999), explica que as principais técnicas utilizadas e desenvolvidas pelo graffiti em São Paulo tem sido o estilo das mascaras, da escola Vallauriana; o stilo Americano, ligado ao movimento Hip Hop; e a livre figuração ou estilo à mão livre da escola Keith Haring.
Revista D.O. Leitura. Abril 2000.
 
O QUE É GRAFFITI INJETA VIGOR NA PRIMEIROS PASSOS.
O que é graffiti é o 312º. Livro da coleção e vem, em boa hora, trazer mais dados sobre essa manifestação artística genuinamente urbana. Celso Gitahy explica que o livro resulta de sua experiência nas artes plásticas, principalmente como graffiteiro, e também como educador.
Correio da Bahia. Folha da Bahia. Sexta-feira, 24 de dezembro de 1999. Pag. 05.
 
ARTÍSTA PLÁSTICO DA ZONA NORTE LANÇA LIVRO SOBRE GRAFFITI NO CENTRO CULTURAL.
Segundo o autor, a publicação poderá ser um marco para o graffiti no Brasil.
A Gazeta da Zona Norte. São Paulo, 04 de dezembro de 1999.
 

"O GRAFFITI ESTÁ PARA O ROCK, A POP MUSIC, A NEW WAVE COMO A PICHAÇÃO ESTÁ PARA O SOM PUNK, O TRASH METAL OU RAP PESADO".
No livro O que é Graffiti, de Celso Gitahy (Brasiliense)

Citações. Revista Caras. Edição nº 320. 24 de dezembro de 1999.
 
POSSÍVEL SOLUÇÃO
"Acredito que pichador talvez até inconscientemente, está criando uma camada protetora contra a opressão".
Correio do ABC. Comportamento. 17 de abril de 1998.
 
GRAFFITI A ARTE QUE VEM DO SPRAY.
"O graffiti vem das artes plásticas, privilegiando a imagem. A pichação vem da literatura, com letras, palavras e frases. Mas a atitude é a mesma".
Revista Sportsware Internacional. 1996. Pag. 142
 
INDIVIDUAIS.
Celso Gitahy - Expõe um painel de 28m de comprimento por 1,10m de altura na mostra "Som, Gesto e Ação" diariamente, das 06 horas às 23 horas. Galeria Consolação (Passagem Subterrânea na esquina da rua Consolação com Av. Paulista) até 21/02.
O Estado de São Paulo. Caderno 2, Visuais. Segunda-feira, 06 de fevereiro de 1995.
 
TRÊS RAFFITEIROS DÃO NOVO COLORIDO À PRAÇA ROOSEVELT
O dia do graffiti foi comemorado ontem em São Paulo na praça Roosevelt, região central da cidade, com três graffiteiros colorindo a praça. "Festejamos a data e ainda chamamos a atenção para o abandono do lugar", afirma o artista plástico Celso Gitahy, 27 anos.
Além de Gitahy, Eduardo Castro e John Howard participaram das comemorações.
Folha da Tarde. São Paulo. Terça-feira, 28 de março de 1995. Pág. A-12
 
DIA DO GRAFFITI - GRAFFITEIROS PINTAM A GALERIA DA CONSOLAÇÃO.
Segundo o graffiteiro Celso Gitahy, 26, que participará do evento, no dia 27 de março morreu o graffiteiro Alex Vallauri, um dos pionneiros do graffiti no Brasil.
Folha de São Paulo. São Paulo, 26 de fevereiro de 1994.
 
UM MURAL, UM MOVIMENTO.
Na última sexta-feira, 13 de agosto, o Artista Plástico Ítalo-Argentino Juan José Balzi e os graffiteiros Cláudio Donato e Celso Gitahy deram à luz em São Paulo ao sprayssionismo.
Folha da Tarde. São Paulo, 16 de agosto de 1993.
 
ESPECIAL - DIA NACIONAL DO GRAFFITI
Instituído depois da morte, em 27 de março de 1987, de Alex Vallauri, pioneiro do graffiti no Brasil, o dia nacional desta significativa arte urbana será comemorado em grande estilo, num "Galpão Cultural", localizado na Vila Mariana. O evento reúne um show de Itamar Assumpção (Veja detalhes na coluna Shows), performances de vários graffiteiros e de alunos do curso Graffiti solto no Seqüestro, coordenado pelos artistas Hudnilson Junior, Eduardo Castro, Cláudio Donato, Jorge Tavares e Celso Gitahy.
Veja São Paulo. São Paulo, 22 de março de 1993.
 
DELVEDERE - ACONTECE
O novo espaço dedicado às artes plásticas é inaugurado com a exposição de trabalhos de 12 graffiteiros. Entre eles, Américo Neto, Artur Lara, Carmem Fukunari, Celestino Neto, Celso Gitahy e Juneca.
Folha de São Paulo. Ilustrada. São Paulo, quinta-feira, 19 de novembro de 1992.
 
MOSTRAS - ACONTECE
Graffiti x Pichação - Exposição de fotos vídeos e textos sobre a polemica entre graffiteiros, pichadores e espaço urbano. Serão realizados debates com Mauricio Villaça, Jorge Tavares, Celso Gitahy, Cláudio Donato, Hudnilson Junior, Márcia Mayumi Chicaoka, Carmem Akemi Fukunari e Wanderlei Kenedy Martins, que preparam um painel cujo tema é a cidade de São Paulo.
Folha de São Paulo. Ilustrada. São Paulo, segunda-feira, 03 de fevereiro de 1992.
 
VANDALOS DO SPRAY - EM SÃO PAULO, GANGUES DE PICHADORES SUJAM A CIDADE, DESAFIAM A POLÍCIA E ATACAM MONUMENTOS.
"Esses garotos tem muita energia" diz Celso Gitahy, coordenador de uma oficina municipal etinerante pelos bairros da cidade, e não aceitam ficar em casa calmamente assistindo à Televisão.
Revista Isto é Senhor. Comportamento. 25/09/91.
 
PREFEITURA DA AULA DE GRAFFITI AOS PICHADORES.
O curso, que começou no 03 de agosto, é realizado aos sábados e não tem tempo de duração pré definido. Na aula de ontem os alunos aprenderam a utilizar mascaras feitas em cartulina de formação do graffiti, assistidos pelo artista plástico Celso Gitahy.
Diário Popular. 10/08/91.
 

GRAFFITEIROS E PICHADORES SE REUNEM PARA TORNAR SÃO PAULO MAIS BONITA.
"Precisamos acabar com essa guerrinha onde a pichação é a coisa marginal, enquanto o graffiti é obra de arte bonitinha" comenta o graffiteiro Celso Gitahy, da oficina. "Somos todos aliados numa forma de expressão de rua, não há porque um acabar com o trabalho do outro".

Jornal da Tarde. 20/07/91.
 
REGIONAL DA SÉ ESTIMULA TRABALHO DE GRAFFITEIROS.
"No fundo, todo pichador sonha em ser graffiteiro", sentencia o artista plástico Celso Gitahy.
Diário Popular. 14/07/91.